sábado, 20 de setembro de 2014

PROPOSTA DE PRODUÇÃO TEXTUAL SOBRE A POLUIÇÃO NO VELHO CHICO

O QUE IREMOS FAZER PARA MUDAR O CENÁRIO DE POLUIÇÃO DO VELHO CHICO?

- PROPOSTA DE PRODUÇÃO DE TEXTO DISSERTATIVO-ARGUMENTATIVO PARA OS ALUNOS E ALUNAS  DE AGROPECUÁRIA - ENSINO MÉDIO E PRONERA DO IF SERTÃO PE - CAMPUS ZONA RURAL.

VAMOS INICIAR A SEMANA COM COMENTÁRIOS E TEXTOS SOBRE A POLUIÇÃO DO VELHO CHICO.

Ao pedalar hoje pela manhã, sábado, numa atividade que também foi contemplativa, resolvi levar uma pequena câmera. Era metade da manhã e o calor já era bem forte, mas não pude deixar de registrar essas imagens do nosso velho Chico. E fazer um "Self" como dizemos agora...
Constatar o quanto o nosso rio está seco. Vejam a Ponte Presidente Dutra. Fico preocupada porque sei que pouco estamos fazendo para mudar este cenário. O que serão das futuras gerações? Como mobilizar a sociedade para tamanha falta de consciência por um legado que está passando por sérios problemas. Vejam as baronesas que invadem as águas... e assim a poluição toma conta do nosso patrimônio. Petrolina comemora 119 anos. E o que iremos fazer para os próximos anos?




 

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Visitas às Escolas Rurais de Curaçá -BA com as bolsistas do Projeto PIBEX


As Professoras Antonise e Patrícia Pereira com bolsistas Francimária e Raíra visitam Município de Curaçá- BA para contação de histórias em escolas rurais como parte do Projeto de Extensão do Instituto Federal Sertão PE - Campus Zona Rural.  Esta atividade aconteceu no dia 17 de setembro de 2014.




Bolsistas Francimária e Raíra fazem contação de histórias para as crianças da 
Educação Infantil, turma multisseriada.
 
 

                                                               
Após contação de histórias, as crianças fazem desenhos, pintam partes, elementos narrados.

Envolvimento, atenção e participação das crianças neste momento lúdico
Professora Patrícia  Pereira com o livro de Sílvia Ortoff - MARIA VAI COM AS OUTRAS



A seca é a paisagem encontrada durante as visitas. Contraste com o rio São Francisco com as suas águas claras e convidativas ao banho.

Em sala de aula, Professora Patrícia Pereira conta histórias para as crianças

Professora Edileuza com seus alunos

Durante o percurso é possível observar os diferentes cenários do município baiano.

Cantinho da Leitura na sala da Professora Edileuza - EDUCAÇÃO INFANTIL
 
Escola da localidade de Pedra Branca

Professora Eliana e seus alunos, com a Professora Patrícia Pereira e as bolsistas

O Retorno à tarde foi realizado foi pela Balsa nas águas do Velho Chico. Passamos em Orocó e pudemos perceber os contrastes entre os elementos da natureza e o quanto a pesquisa é envolvente para nós, professores de uma Instituição que tem muito a realizar.

Professoras Patrícia e Antonise e o colega de trabalho, Ivan.
Balsa na qual fizemos a travessia nas águas do velho Chico.
 
ÚLTIMA ATIVIDADE DO PROJETO DE EXTENSÃO: LEITURAS E CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS EM QUATRO ESCOLAS RURAIS DE CURAÇÁ-BA.  OS ALUNOS SÃO BEM-VINDOS À IMAGINAÇÃO ÀS MARGENS DO RIO SÃO FRANCISCO.
 
O Projeto proporcionou o encontro com professores que trabalham no município de Curaçá -BA e se deparam com grandes desafios. Para nós, coordenadores do Projeto também é um desafio incentivá-los a trabalhar com a leitura e a escrita. Trazer a leitura para sala de aula não apenas como recurso, mas como a prioridade para que haja aprendizagem. Sem livros e interesse, dificilmente mudaremos a atual situação das Escolas Rurais. 
 
 

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Primeira Visita a Escola Estadual Nossa Senhora Aparecida integrada ao Projeto ( PIBEX) do Blog

A Escola Estadual Nossa Senhora Aparecida, localizada no Perímetro Irrigado Nilo Coelho - N4 estará participando da realização do projeto de pesquisa, referente ao Blog Tempo da Palavra como instrumento de cultura, linguagem. No nosso primeiro contato,  reunimo-nos com a Direção e Professores de Língua Portuguesa para discutir os preparativos e iniciarmos os trabalhos e planejamentos de oficinas que serão realizadas.



Professoras de Língua Portuguesa Lourdes Leal e Cristina Andrade, da Escola Nossa Senhora Aparecida trocando ideias com a professora Antonise e discutindo acerca do projeto. 



Professoras Lourdes Leal e Cristina Andrade.


Professora Maria Auxilium Coelho, na sala de leitura e multimídia onde os alunos da escola podem pegar livros para leitura.   


Na sala de multimídia encontramos cartazes com frases de incentivo à leitura para os alunos.



Cartaz feito pela aluna Jakelliane Morais da Silva do 8º ano da escola Nossa Senhora Aparecida, ilustrando o conto Assustadiço: A pecadora e o Funesto Amor, de Onildo Moreno.



Um belíssimo conto que também será tema de estudo nas aulas de língua portuguesa da professora Antonise Coelho de aquino.






A professora Maria Auxilium, que é incentivadora da leitura e responsável pela sala de leitura e multimídia durante os horários da manhã.  


Espaço da escola que poderá ser usado nas oficinas de leitura. 

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Produções Textuais Com Temática: "O Futuro da Terra"

Alunos do Ensino Médio Técnico em Agropecuária (T. 4206) elaboram textos e trazem reportagens sobre os principais problemas da atualidade que afetam a região do vale São Francisco: Desmatamento da caatinga, os efeitos dos agrotóxicos no Vale e a Poluição das águas do rio São Francisco  pelos esgotos.  De acordo com a professora Antonise Aquino,  o tema proposto "O futuro da Terra" oportunizou  a reflexão e  a apropriação de uma temática que falasse de aspectos regionais.
Foram realizadas atividades em grupos para leitura e produção textual com meu apoio como bolsista deste Projeto de Extensão. Bárbara Roscelis ( Bolsista PIBEX)


                                            Bioma Caatinga

Atualmente as devastações do bioma caatinga vem aumentando de acordo com o crescimento populacional e agrícola.  Como consequência o aceleramento contribui para desertificação e extinção de espécies da flora e fauna. Os resíduos de agrotóxicos e outros produtos químicos despejados em aguas correntes prejudica a saúde humana.
As devastações do bioma caatinga está cada dia mais prejudicada, existindo apenas 11% de sua preservação decorrentes das queimadas e desmatamentos para a implantação de habitações, agrícola e pecuária. Lembrando que como consequência existem espécies em alto risco de extinção alguns exemplos são: a aroeira, umburana, de cambão, umbuzeiro, tatu bola, ararinha azul. O uso de agrotóxicos é prejudicial tanto diretamente ao ser humano, quanto indiretamente através do alimento que recebeu o produto. Além do descarte inadequado do produto que em contato com a agua pode fluir em lagos, rios ou poços e logo em seguida vir a ser consumida.
Pode-se reconstituir a fauna e flora, através do plantio e da preservação das espécies naturais e, diminuindo a caça indiscriminada e o contrabando, com a inclusão de um projeto para recolhimento correto das embalagens de agrotóxicos, tubulações para o escoamento dos excessos do produto para um lugar adequado.


- Brunna Luiza, Josyely Bezerra, Mateus Henrique e Jaqueline Gomes.
 
Turma: T.4206


Alunos Gabriela, Clodoaldo, Igor, Janaina da turma 4206

 Brunna Luiza, Josyely Bezerra, Mateus Henrique e Jaqueline Gomes. Turma: T.4206



Francisco Micael, Jamis e Alexandre


                    Os efeitos dos agrotóxicos no vale do São Francisco

A utilização de agrotóxicos no vale do São Francisco possui efeitos adversos que podem ser positivos no que diz respeito ao aumento da produção agrícola, e negativos em seus efeitos vindo a prejudicar os trabalhadores, consumidores e o meio ambiente.
A utilização dos agrotóxicos, previne o ataque de pragas e de fungos que trazem problemas a produção, tornando as plantações mais protegidas, e possibilitando a produção de culturas que naturalmente não seriam possíveis em nossa região. Como a uva que é originada de regiões frias, que sem a utilização de produtos químicos para auxiliar a sua floração e crescimento não teria sucesso na nossa região. O uso de defensivos em excesso causa mal estar e doenças que podem levar morte aos trabalhadores que passam muito tempo expostos aos mesmos. E a exposição dos alimentos aos defensivos é tão excessiva que os donos de plantações não consumem os alimentos que eles mesmos produzem.
 Os defensivos que são aplicados acabam prejudicando muito ao solo, pois os fazendeiros não fazem o vazio sanitário, que consiste em um período de descanso para o solo, causando erosões e também danos as fontes de agua, como o rio São Francisco. Pois a chuva leva os defensivos do solo para os rios envenenando assim, tanto a agua quanto os seres que nele habitam.
Os agrotóxicos podem ser benéficos, quanto maléficos, cabe ao produtor ter sabedoria ao utiliza-lo.

 - Camila, Joao Victor, Raryson, Ramon e Katharina. T. 4105

Esgotos poluem o Rio São Francisco


A população de Juazeiro e Petrolina cobra das autoridades locais uma solução para a quantidade de detritos que são lançados diariamente pelos esgotos, no Rio São Francisco. “O problema é sério e merece atenção imediata”. O alerta vem do ambientalista Vitório Rodrigues, presidente do Conselho Municipal de Meio Ambiente de Petrolina.
Segundo Rodrigues, o município pernambucano polui mais do que Juazeiro, mas as duas cidades são responsáveis diretas pela sujeira jogada no rio. “Há três anos estamos monitorando a água com três pontos de coleta na área central da cidade, onde são despejados, por segundo, 250 litros de esgoto sem tratamento”, esclarece.

No resultado da análise, foi registrada a presença de 16 mil coliformes fecais para cada 100 ml de água. Petrolina tem, atualmente, apenas três lagoas de estabilização funcionando das 11 existentes. Em Juazeiro, só existem três, e muitos dos esgotos no centro da cidade foram desviados para a Ilha de Nossa Senhora, tirando o problema da vista da população, mas não do meio ambiente.
O crescimento da densidade populacional resulta em mais produção de lixo, e a excessiva presença de dejetos nas águas acumula nutrientes que possibilitam o aparecimento de plantas conhecidas como baronesas, que se aproveitam das águas tranquilas para uma reprodução rápida. As plantas são responsáveis pela poluição visual, surgimento de mosquitos e por dificultar a navegação e a oxigenação da água. Em Juazeiro, a presença das baronesas não é tanta quanto em Petrolina, pois a correnteza do rio é mais forte na margem baiana. Em Petrolina, o fato pode ser explicado pela existência de uma zona de refluxo que impede que a planta seja levada pelas águas do rio.

O esforço para tentar mudar o quadro poluidor vem de organizações não-governamentais, escolas, faculdades, colônia de pescadores, Ministério Público, Ibama e sociedade civil, que preparam campanhas no sentido de sensibilizar empresas agrícolas, indústrias e poderes públicos para se engajarem na luta em defesa de um rio limpo.
Um projeto ambiental e urbanístico, ainda sem data de implantação, do Conselho Municipal de Meio Ambiente de Petrolina pretende revitalizar a orla da cidade com reflorestamento e recuperação da mata ciliar. Em Juazeiro, o meio ambiente conta com o projeto Juazeiro Verde, que tem por objetivo recuperar áreas verdes e proporcionar uma vida mais saudável à população. “Se cada prefeitura fizesse o tratamento dos esgotos, a situação poderia não ser tão grave”, opina o ambientalista Vitório Rodrigues. Embaixo de uma estrutura que foi ampliada em 1994 e inaugurada como Terminal Hidroviário, funciona um ancoradouro para as barcas que fazem a travessia de passageiros das duas cidades. A secretária Telma Rocha Rios mora em Juazeiro, sempre vai a Petrolina de barca e se diz indignada com a falta de atenção à limpeza por parte da prefeitura em relação ao local. “Quantas pessoas têm que fazer a travessia todos os dias e são obrigadas a conviver com lixo e sujeira?”, argumenta.


O vendedor ambulante José Cesário Souza mantém uma banca de doces há 11 meses no local, a poucos metros de um dos esgotos da cidade. Com 60 anos e sete filhos, Souza diz que “a necessidade faz com que a gente não possa escolher muito. Aqui, o movimento é maior do que o lugar onde eu trabalhava”, comenta.
Ao lado da banca de José Cesário, lavadores de carro trabalham usando a água do rio, criando poças de lama. Próximo a eles, um rapaz vende frutas numa carroça e, mais adiante, toda a água suja dos banheiros de alguns bares escorre em direção ao rio, onde as crianças costumam tomar banho.
A falta de saneamento e a ingestão de água ou alimentos contaminados podem causar doenças como cólera, febre tifoide, hepatite A, dengue, esquistossomose e amebíase.

- Reportagem escolhida por:  Radamés Dias. T.4206

  

domingo, 7 de setembro de 2014

NOSSOS ALUNOS DO PRONERA EXERCITAM A ESCRITA EM SALA DE AULA - SETEMBRO 2014


Entrando em contradições


            A juventude brasileira vem se relacionando em todos os aspectos, desde a forma de agir em casa com os pais, até mesmo a maneira de se expressar nas ruas com os amigos.

            Desde o princípio até os dias atuais, os jovens buscam lutar por seus direitos e sua liberdade de expressão, lutando por seus ideais de uma forma diferente, cada um com seu jeito de ser. A maioria das vezes os adolescente se revolucionam por não terem aquilo que desejam da familia (amor, atenção, e ate mesmo o respeito, às vezes também bens materiais). Se revoltando e assim entrando no mundo das drogas e do crime. A realidade que hoje é vivenciada não nos traz bons exemplos para  a sociedade. Sociedade esta que está nos deixando cada vez mais confusos com alguns problemas relacionados com jovens da nossa idade (entre 18 e 21 anos) nos fazendo entrar em contradições sobre o que é certo e o que é errado. Onde acabamos entrando em um mundo sem volta.

            Cabe aos pais conversar com os seus filhos de uma maneira que os deixem com a mente aberta e clara sobre o que se deve fazer para evitar que o futuro seja prejudicado com um vicio (drogas) com um crime, gravidez precoce ou ate uma DST ( Doença Sexualmente Transmissível).

            Muitos pais não têm a coragem de falar sobre isto com seus filhos e acabam deixando seus filhos entrar em um caminho onde será praticamente impossível  resgatá-los.

            Tudo isso acontece por que os pais exigem muito dos filhos e esquecem de educá-los de maneira boa o suficiente, para haver caráter e responsabilidades para que o jovem filho se torne um bom trabalhador e cidadão no futuro.

Hayla Dayana e Marciana - Alunas da turma 6101 - Pronera - IF SERTÃO CAMPUS RURAL


IX JINCE - INTERAÇÃO ENTRE PROJETOS DE LEITURA DOS OUTROS CAMPUS DO IF SERTÃO - PE

Professora Ana Patrícia - IF OURICURI com a Bolsista do Projeto de leitura no Ensino Médio

Professora Aparecida Barros com Bolsista do Projeto de Agentes Literários -
IF SALGUEIRO

Projeto de Extensão - AGENTES LITERÁRIOS:DISSEMINANDO
 POESIAS PARA AUTORREFLEXÃO - IF SALGUEIRO


Visitantes percorrendo os stands durante Apresentação dos Pôsters -
dia 29 de agosto de 2014

Visitantes e Alunos no IX JINCE

IX JINCE - Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal de Educação Sertão Pernambucano -

IX JINCE - Jornada de Iniciação Científica foi mais uma oportunidade de participação das atividades do Blog Tempo da Palavra. Nesta fase inicial como projeto cadastrado, o Pôster foi a forma de apresentação solicitada pela Organização. Parabéns a todos que participaram deste grande evento da nossa Instituição. E aos visitantes, obrigada pelo carinho em ouvir os detalhes.



Bárbara Roscelis - Bolsista  - apresentando detalhes do  Projeto do Blog Tempo da Palavra aos visitantes
Jason Ribeiro - ex-aluno do IF SERTÃO PE em Agroindústria, grande artista e
estudante da UNIVASF prestigia apresentação do nosso Pôster. Valeu, Jason!


Presença atenciosa e emotiva do ex-reitor Professor Rildo na apresentação de Bárbara Roscelis. Após ouvir atentamente, o Professor Rildo fez considerações de aprendizagem a Bárbara e nos parabenizou pelo Evento.
Professora Aparecida Barros - IF SALGUEIRO ao conhecer o nosso Projeto do Blog Tempo da Palavra
 Troca de informações sobre o projeto  Agentes Literários realizado em Salgueiro.

Professora Antonise e bolsista - momento de concretização inicial
do Projeto de Extensão - 2014.